Social Media

Social Media: O Valor do Conteúdo

23 Mai , 2012  

Social Media O Valor do ConteúdoCom a quebra de barreiras físicas, a Internet proporcionou o acesso mais fácil e rápido à informação, que antigamente era dominada e controlada por alguns.Os clientes ganharam mais poder e começam a tomar decisões que influenciam decisões de gestão na própria empresa. Os clientes e utilizadores influenciam fornecedores, influenciam a reputação da empresa, influenciam e são influenciados por outros utilizadores.

O social media possibilita que se fomente a discussão em torno dos produtos e da marca. Há uma inteligência coletiva em torno da marca que pode influenciar o desenvolvimento dos seus produtos e serviços.

A internet destruiu barreiras geográficas e tornou as marcas globais. Há uma velocidade nunca antes vista de acesso à informação.

Com o social media a reputação da marca foge ao controlo da empresa. As ferramentas de social media promovem o diálogo, a partilha, a discussão, a critica, o convívio social, a sugestão.

Cada vez mais surgem fóruns de discussão, blogues, microblogues como o twitter, e proliferam redes sociais que influenciam cada vez mais os utilizadores. Os utilizadores são influenciados a comprar o que os seus relacionamentos compram.

Os utilizadores online discutem online o que é melhor para eles. As marcas, muitas das vezes, passam à margem desta discussão. Não faz diferencia se estão ou não com social media. Mesmo que não esteja online pode ser recomendada ou criticada.

A perda de controlo da empresa na criação de informação é devastadora para o tipo de empresas com uma estrutura rígida, e muito assente numa liderança forte.

 

O valor do conteúdo é um dos pontos mais importantes na estratégia de Social Media.

Vamos começar por identificar o nosso público:

  • Público-Alvo: O mercado está cada vez mais segmentado e este é o reflexo do público que o constitui; mais informado e sofisticado. Em Social Media torna-se difícil definir o público-alvo porque a nossa comunicação é transferida de utilizador em utilizadores e é partilhado por públicos que podem não ser o nosso. A comunicação aqui é bidirecional e há siste
    maticamente diálogos sobre a nossa partilha. Se o público da nossa marca ou produto é jovem, o tratamento deve ser por “tu”.

Quando se define uma estratégia de Social Media a definição do público é essencial. Não vale a pena estar em social media quando o público da nossa marca ou produto, não está lá.

  • Pense na Criatividade: A criatividade faz parte das redes sociais. Criamos todos os dias, o nosso público cria e ajuda a desenvolver ideias. É participativo. Quando não se consegue atingir um público, podemos trabalhar para outro que lhe possa fazer chegar a mensagem. Quantas vezes para chegarmos aos pais, não
  • temos que envolver os filhos?

Os fãs das páginas conquistam-se com criatividade, passatempos, promoções, jogos online e perguntas sobre o quotidiano. Invista para além dos fãs da sua página… conquiste os amigos dos seus fãs e os amigos dos seus amigos.

  • Monitorização: O conteúdo deve ser pensado e repensado na altura da definição da estratégia de social media. Sabemos que, cada vez mais, há clientes que “despejam” o seu rancor nas redes sociais. Abandonam as marcas em silêncio e depois atacam pela “calada”. Os conflitos resolvem-se não com a resposta adequada mas com a resposta correta de quem está em público. O consenso atinge-se fora do feed de notícias, por mensagem privada, por telefone e até mesmo marcando uma reunião com o cliente na sede da empresa.

O utilizador/ cliente deve sentir-se importante. Não se deve ter medo de pedir desculpa. É preferível do que ter milhares de comentários a denegrir o bom nome da marca. Pesquise no Facebook a página da Crioestaminal. Uma “tribo” quando se organiza ataca em conjunto. Há o sentido de solidariedade e de defesa de grupo. Seja transparente e resolva todos os problemas a bem.

  • Resolver Conflitos e Problemas: Evite os problemas e seja criativo com soluções e com ideias felizes. Devemos estar sempre a lutar contra a “onda”. Os clientes querem conversas simpática, partilhas interessantes e não tristes. Utilize Texto, Vídeo, Audio, fotografia, não tenha a página estática. Responda às interações na hora e peça desculpa quando é necessário. Lembre-se que o online é sempre uma extensão da vida real.
Fundador do Blogue MediasSociais - a nova tendência, experiência em Jornalismo, Formação em Comunicação Empresarial e Pós-Graduação em Marketing & Banking Social Media no ISGB. Autor dos eBook's Toolkit de Social Media Marketing e Pensar Social Media.

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