Social Media

10 Dicas Para Uma Boa Estratégia Nas Redes Sociais

20 Fev , 2013  

Ao longo destes quase dois anos efetuamos pesquisas, monitorizamos empresas e figuras públicas que estão nas redes sociais. Ao longo deste tempo publicamos histórias de erros, histórias de sucessos, histórias de falta de monitorização e da inadequação de conteúdo ao seu público alvo.

São muitos os textos, dois eBooks publicados e uma newsletter sobre o Google Plus e, hoje, talvez pela falta de inspiração, depois de se conhecer um ano 2013 de recessão, provocada pela redução do consumo interno e com as exportações a abrandarem, surgiu-me a vontade de fazer um artigo com 10 dicas para uma melhor estratégia de social media:

  • Deve-se ter o apoio dos líderes da empresa para que a transformação cultural e de Recursos Humanos não seja depreciada nas diversas áreas e departamentos da organização;
  • Conquistar defensores e evangelizadores internos que informem as várias áreas da empresa dos benefícios dos Social Media News para os negócios e a redução dos custos como meio de comunicação: Chegar a mais com menos, através de uma corrente de rede e de comunidades;
  • Implementar as Redes Sociais a pouco e pouco. Começar com uma rede de cada vez, se a empresa não estiver à vontade em social media. Já, muitas vezes, referi a importância da monitorização online, liderado por um responsável do projeto, da participação nas conversas online e do lançamento faseado das suas próprias acções e promoções na rede, sempre com uma monitorização muito apertada até a empresa ter os defensores externos da marca, os chamados evangelizadores;
  • Ter um modelo de governo flexível e pouco conservador. O líder do projeto deve ser reconhecido internamente e ter uma equipa que tenha margem de progressão à medida que o projecto vai evoluindo.  Deve ter-se em atenção quantas pessoas deve ter o projeto e quantos líderes de equipa. A estratégia é reveladora das redes sociais que vão fazer parte do plano de social media e das categoria de produtos e serviços que vão fazer parte do plano;
  • Definir objetivos. Deve-se reduzir os grandes objetivos a objetivos menores e conquistar a totalidade a pouco e pouco. Os objetivos devem ser fixados de acordo com os clientes/utilizadores e público alvo, tendo em conta a rede social que será utilizada.  É muito importante saber em que rede social estão os nossos clientes. Definir a forma de interação, promoções, vendas de produtos e serviços, solicitar ideias e opiniões aos utilizadores, dar-lhes importância. Esta forma de ação ajuda a calcular métricas e acompanhar a interação e conquista de seguidores;
  • Definir claramente os papéis de cada colaborador e a responsabilidade de cada um. É muito importante definir-se claramente os departamentos a envolver com o projeto e que poderão absorver os processos de social media;
  • Definir políticas e orientações do uso das redes sociais de forma clara e com conteúdo simplificado. As melhores práticas ensinam-nos que devemos criar manuais orientadores para formar e orientar os profissionais a envolver e, os envolvidos no projecto. A formação é essencial;
  • Definir a melhor forma de mobilizar e dinamizar o público alvo e os utilizadores das redes sociais, no sentido de incentivar a participação e interação com a marca. Já pensou em distribuir prémios, ofertas de acordo com o likes ou a interaçoes com produtos? Muitas vezes é uma solução, mas o diálogo, a transparência no conteúdo pode ter sucesso;
  • Avaliações regulares dos impactos das redes sociais nos negócios das empresas. Estas avaliações permitem avaliar processos internos e tendências de clientes. Estas avaliações ajudam a identificar quais os riscos para as empresas e para as marcas que as redes sociais podem revelar e desenhar planos para os reduzir;
  • Que linguagem utilizar? Que conteúdo? A comunicação ao mercado deve ser simples, deve ter uma voz humana, demonstrar sentimentos, envolver os utilizadores com elogios e apoiar as decisões dos clientes.  Uma crise nas redes sociais deve ser gerida com bom senso e o utilizador deve ser convidado a dialogar via mensagem privada. Deve ser sempre compensado, nem que seja com um pedido de desculpas em público. As marcas sairão por cima.
Fundador do Blogue MediasSociais – a nova tendência, experiência em Jornalismo, Formação em Comunicação Empresarial e Pós-Graduação em Marketing & Banking Social Media no ISGB. Autor dos eBook’s Toolkit de Social Media Marketing e Pensar Social Media.

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One Response

  1. luiza diz:

    Gostei Jorge, se eu entendi um pouco até conversas podem serem observadas?Pois aconteceu algo comigo meio estranho, uma pessoa disse que eu a ofendi e que ja estava me denunciando, isto aconteceu dia 5 de fevereiro, só que quando fui ver o perfil dessa pessoa, estava boqueado, tenho a impressão que era um falso perfil, depois apareceu uma outra pessoa se dizendo primo e que não era para ligar para ele pois eram primos, e disse que ele tinha um temperamento forte, o cidadão disse umas ofensas para mim e quando me defendi fingiu nervosismo e que estava me denunciando, mas fiquei com impressão que são as mesmas pessoas. Não sei se meu comentário é oportuno, ou se eu não entendi, mas gostei.

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