Marketing Digital

Que Diferenças Existem Entre Marketing Mobile e Marketing Online?

11 Out , 2015  

O telefone deixou de ser um simples dispositivo de fazer e receber chamadas. O telemóvel passou a ser o dispositivo mais usado para nos conetarmos à internet, saber informações e interagir com os utilizadores das redes sociais. Que diferenças existem entre o Marketing Mobile e o marketing Online? O mobile acompanha-nos para todo o lado e as marcas sabem-no… 

Os Smartphones passaram a ser um canal muito interessante para os anunciantes e para as marcas que vêem nele grandes benefícios.

Foi a entrada dos Smartphones no mercado que marcou o passado e futuro de fazer publicidade.

Segundo estudos recentes realizados, já publicados no mediassociais, os utilizadores estão cada vez mais a usar o Smartphone enquanto vêem televisão. Isto permite interagir com eles e já representa cerca de 86% dos utilizadores.

De acordo com os últimos números do Barómetro de Telecomunicações da Marktest, em Julho, 27% das páginas dos sites auditados pela Marktest foram acedidas através de equipamentos móveis.

Segundo os dados do netScope, em Julho, 73% do tráfego auditado foi gerado por PCs (desktop ou portáteis) e 27% por equipamentos móveis.

Entre estes equipamentos, os acessos por smartphone representaram 22% do consumo mensal enquanto os tablet foram responsáveis por 6% dos pageviews. Face ao mês homólogo de 2014, os smartphone foram os equipamentos que mais quota ganhou (6 pontos percentuais), a mesma proporção em que baixou a quota de PCs, tendo-se mantido inalterada a quota dos tablet.

O valor dos acessos móveis observado este mês corresponde ao valor máximo desde que analisamos este indicador.

Numa análise demográfica as faixas etárias compreendidas entre os 15 e os 24 anos, assim como a faixa dos 25 aos 34 anos, são as que mais smartphones possuem. Com 25% de quota cada, as duas faixas representam 50% dos utilizadores portugueses de smartphones.

O estudo também concluiu que as classes baixa e média baixa são as que têm mais smartphones, totalizando 44% das respostas, contra 31% da classe média e os 25% da classe média alta/alta.

As redes sociais tal como as conhecemos hoje estão a entrar na adolescência e têm ganhado uma importância cada vez maior nas nossas vidas. As redes sociais estão a entrar na adolescência.

As redes sociais têm tido um crescimento rápido e têm ganho uma relevância importante nas nossas vidas.

O boom do uso das redes sociais em Portugal dá-se em 2010 (crescimento de 51%) e depois ainda em 2011 (33%) e em 2012 (27%). E, segundo a Marktest, atualmente 65% dos portugueses com 15 e mais anos usam Internet e 55% usam redes sociais (há apenas cerca de 900 mil que usam a Internet e não usam redes sociais) . 15% do consumo de Internet em 2014 (em páginas) foi feito em redes sociais.

Todavia ainda há muito caminho a percorrer no mercado do Mobile. O Mobile veio para ficar, mas é menos de 8% as empresas que têm as suas páginas otimizadas para os smartphones e muitas delas lançam as suas campanhas sem pensar na privacidade das pessoas.

Este suporte, ainda recente, para os anunciantes, parece exigir uma experiência do Marketing e da Comunicação superiores aos hábitos das campanhas tradicionais.

O Marketing Mobile tem características próprias, totalmente diferentes dos suportes de sites online. Fazer publicidade mobile, não é o mesmo que fazer publicidade online.

O suporte mobile está muito mais vinculados aos utilizadores e oferece uma experiência pessoal. É este o segredo do marketing mobile. Deve adaptar as mensagens ao tamanho do ecrã e tornar o conteúdo interativo e mais direto com os consumidores.

Os principais motivos da rápida expansão do marketing mobile é a capacidade que os utilizadores têm de se conetar à rede através dos smartphones ou tablets. Tudo se tornou mais transportável e móvel.

A conetividade gerada pelos utilizadores e anunciantes permite aos publicitários criarem campanhas segmentadas, dirigidas a um público-alvo mais específico, coisa que no marketing online é mais difícil.

No marketing mobile temos as campanhas por geolocalização. Anúncios adaptados à forma de utilização do smartphone, aos locais que percorre, ofertas de promoções em lojas próximas do utilizador.

No marketing online isto não acontece. As páginas da Web estão no seu computador, não andam consigo.

LEIA TAMBÉM: Dicas para evitar erros na construção de aplicações; 6 aptidões para estar nas redes sociais; e a importância do tempo em Social Media;

No Marketing Mobile temos o retorno imediato da campanha através das experiências dos utilizadores aos anúncios propostos. Sabemos disso quando entra numa loja, por exemplo. Podemos identificar claramente o nosso target. A segmentação como a idade, o sexo, a classe social, a posição geográfica do utilizador dão ao anunciante uma nova via para o desenho e estratégia a utilizar nas mensagens personalizadas e diretas.

No Marketing Mobile os formatos Rich Media  (Um anúncio Rich Media contém imagens ou vídeos e envolve algum tipo de interação por parte do utilizador) são os mais solicitados pelos anunciantes.

É graças à criatividade gráfica e de interface nas aplicações móveis que os anunciantes conseguem um maior retorno do investimento e recordação da marca.

Foto: Thinkwithgoogle
Fundador do Blogue MediasSociais – a nova tendência, experiência em Jornalismo, Formação em Comunicação Empresarial e Pós-Graduação em Marketing & Banking Social Media no ISGB. Autor dos eBook’s Toolkit de Social Media Marketing e Pensar Social Media.

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